Sobre extraterrestres. É sério.

Que assunto!

Há alguns dias venho pensando se falo sobre isso ou não. Dentro do meu blog, nem existe uma categoria pra algo tão surreal de se falar. Mas dentro de mim sinto uma necessidade enorme de colocar o que sei pra fora.

Por quê?

Tenho a sensação de que estou em um universo paralelo com relação às pessoas ao meu redor. É como se eu soubesse de uma coisa, que vai impactar profundamente a vida de todo mundo, mas que ninguém sabe. Como se eu mantivesse comigo um remédio mágico, que poderia curar a vida de muitas pessoas, mas que sinto vergonha de dizer que tenho. Não é que o que eu acredito vá salvar alguém, que eu seja especial ou todo mundo é tonto. Mas eu gostaria muito que, se acontecer realmente, que as pessoas não se desesperasesem e que já estivessem preparadas. Quero só dizer: está acontecendo e vai acontecer muito mais. Aparentemente muito em breve. E pouquíssimas pessoas prestam atenção ou têm a real dimensão do que pode estar por vir.

E toda essa introdução pra falar do que chamam de **disclosure***divulgação*, em português.

Vou contar como cheguei até aqui, o que está acontecendo, o que estou pensando sobre o tema. E como fui instruída a me preparar (não é o que você pensa).

Como cheguei aqui

Tudo começou com uns vídeos persistentes que apareciam como sugestão no meu YouTube. Eram vários canais e vídeos diferentes, mas a sugestão era sempre sobre **Bashar**. Um dia cliquei pra ver do que se tratava, assisti parte de um vídeo e achei tudo muito maluco, uma fantasia digna de filme.

Resumindo, Bashar se diz um extraterrestre que é canalizado há mais de 40 anos por um americano chamado Daryl Anka. Extraterrestre? Canalizado? Uma voz e jeito estranho? Aquilo foi demais pra mim — falava de Arturianos, Reptilianos, hibridização, um monte de coisa maluca que eu já tinha ouvido em histórias de ficção científica ou no seriado de Star Trek, mas levar isso a sério e acreditar que coisas assim realmente existem? Não, sem possiblidades.

Fechei, deixei de lado, mas as sugestões continuavam aparecendo. Imagino que o algoritmo tenha mantido as sugestões por conta do meu histórico de vídeos sobre espiritualidade. E não é que, de tanta insistência, ao ver mais vídeos percebi que esse tal de Bashar falava — além das coisas sobre aliens e extraterrestres — sobre espiritualidade, sobre como os seres humanos nasceram para prosperar, sobre vibrações e frequências, sobre a possibilidade de criarmos nossa própria realidade e até fornecia um caminho simples para ser seguido, que ele chama de *A Fórmula* (não vou entrar no mérito, não é o objetivo desse post).

Comecei a prestar mais atenção. Muito do que ele falava ressoava com o que eu acredito — principalmente que **nós criamos nossa própria realidade** — e às vezes ele até explicava a mecânica de como isso funciona: infinitas realidades paralelas que mudam várias vezes por segundo, de acordo com a frequência que emitimos.

Eu comecei, pouco a pouco, a levar mais a sério. Mas como dar credibilidade somente à parte do que alguém fala? O resto, que eu não acreditava muito, foi simplesmente crescendo dentro de mim e ganhando mais espaço. Primeiro com um ceticismo saudável, depois com um interesse, uma curiosidade. Então com um “*será?*“. Seguido de um “*e se for verdade?*“. E, mais recentemente: “*p\* m\*, estamos perdidos*“.

Ou seja, tive uma transformação de 180 graus: da chacota à 95% de credibilidade de que vai acontecer.

O que ele diz que vai acontecer

Que em 2027 teremos a divulgação oficial de que extraterrestres existem.

Vou repetir, pra caso você tenha engasgado no meio da frase, leia de novo: **em 2027 teremos a divulgação OFICIAL de que extraterrestres existem**.

E essa divulgação é, por incrível que pareça, a menos problemática de todas as que Bashar diz que irá acontecer. Não vou entrar nas outras — olhe por você mesmo, se tiver curiosidade, nos milhares de vídeos dele no YouTube.

Mas só essa já basta pra abrir a caixa de Pandora. Olhe essa afirmação com o ceticismo com que eu olhei. Ria, ache absurdo, tome seu tempo.

Agora, faça um exercício, nada demais. Peço só um minutinho e uma prática boba: com toda a sua força e energia, dê a essa afirmação a chance de estar correta. Ok, 95% de probabilidade, para deixar um pouco de folga. Olhe pra ela como se fosse uma verdade quase inexorável. Pense: “Vai acontecer, e num futuro não muito distante”

Sinta um sentimento dentro de você crescer. Crescer. Uma coisa que vem do seu âmago, sem ter nome nem identidade. Ela vai crescendo, tomando conta de você. Olhando pra essa nova realidade que se apresenta. Ela continua crescendo, toma seu peito, sobe pela sua garganta — você sente aquele nó inexplicável. E agora ela já toma conta de toda a sua parte superior. Também chegou no seu cérebro, na racionalidade.

E aí você pergunta: “*o que vamos fazer?*

Pronto. Agora você está no meu mundo.

E isso que descrevi foi o caminho que eu passei nos últimos 6 a 8 meses.

Indo atrás das evidências

Durante minha fase de total descrença, eu — como o ser racional que sou (ou talvez tenha sido algum dia) — comecei a buscar informações sobre os dados, datas e pessoas das quais Bashar falava.

Aprendi sobre o incidente de Roswell. Sobre *whistleblowers* (David Grusch, Bob Lazar, Luis Elizondo). Sobre audiências públicas americanas. Vi alguns documentários — o do ET de Varginha (a gente já solta o riso só de falar de Varginha), uma série do canal National Geographic, e alguns outros vídeos.

A primeira vez que ouvi falar sobre aliens foi quando fui passear em Varginha há uns 20 anos — a coisa era bem cômica mesmo. Não me interessava, por isso nunca mais prestei atenção a esse tema. Mas o que vi agora, nessa nova fase de vida e de pesquisas, foi que o tom mudou, **a luz sobre o tema agora é outra**. A coisa não é mais tratada como piada, como coisa de hippie ou de gente estranha, mas com uma seriedade impressionante.

Existem documentos sendo divulgados — os últimos no dia 10/05/2026, mas muitos outros antes disso — que mostram registros oficiais de avistamentos do que eles chamam de **UAP** (*Unidentified Anomalous Phenomenon*, Fenômenos Anômalos Não Identificados). Agentes do alto escalão do governo estão falando sobre a veracidade das informações e da seriedade do assunto.

Umdocumentário de 2025, *The Age of Disclosure*, que ainda não assisti, esmiuça uma série de relatos vindos de profissionais de alto escalão e dá mais credibilidade ao assunto. E neste ano, logo menos em junho, haverá o lançamento de *The Disclosure Day* (*O Dia D*), de Steven Spielberg, que também fala de disclosure. A quantidade de pessoas sérias falando do tema me impressiona a cada dia.

Por que tudo isso agora? Por que essa avalanche de documentários, filmes, informações e podcasts sobre o assunto, somente agora? Bashar está certo?

2026, o ano do disclosure

Bashar chama 2026 de “*the year of disclosure*” e 2027 de “*the year everything changes*“. Ele afirma que em 2026 tudo o que é podre, tudo que está *behind the scenes* (atrás das cortinas), tudo o que é de baixa vibração, virá à tona — pra que a frequência da humanidade possa vibrar mais elevada, o que ajudaria com a chegada dos seres extraterrestres, que vibram em uma energia mais alta.

E só isso que ele fala já dá uma credibilidade enorme — porque olhe o que está acontecendo no mundo e no Brasil. Não vou citar; você pode procurar por si mesmo a podridão que tem vindo à tona, na nossa cara. Parece que as leituras que ele faz têm sido confirmadas — e digo *leitura* e não *previsão*, porque ele diz que o futuro não está definido. Há somente uma probabilidade de caminhos, de acordo com a energia e vibração do momento (*hello*, física quântica).

Recentemente decidi perguntar ao Gemini se existem outras pessoas falando sobre essa dupla de anos 2026-2027. E sim, existem algumas outras que arriscam uma data — como [Chris Bledsoe](https://www.youtube.com/watch?v=-8Hxp5885BM). Mas o mais impressionante pra mim foi [este vídeo de 2023 com John Ramirez](https://www.youtube.com/watch?v=KF1fzxg07p0&t=407s), um aposentado da CIA, falando sobre o ano de 2027 — afirma que o governo americano sabe que essa é a data limite, que *eles* vão aparecer, e que portanto é melhor preparar a população.

Olha que loucura.

Como me preparo

Eu já estou esperando as naves em 2027. Esse fato é algo bastante real para mim.

Msa, e se elas não vierem? Vai ser um alívio, pra falar a verdade. Não me incomodo de estar errada — ainda mais em um assunto desse calibre.

Mas e se chegarem? Como me preparo?

Todas as respostas que tive com relação a essa pergunta — do meu Eu Superior, do tarot, dos gurus espirituais — é a mesma: **pra dentro**. Não adianta procurar segurança no mundo lá fora (e olha que, na minha fase de desespero logo depois da aceitação desse fato, a busca por segurança externa foi intensa). O que vai nos manter saudáveis durante a loucura é nos prepararmos internamente. Como numa tempestade: você não pode pará-la, mas pode preparar seu espírito, sua emoção, para o que vai vir.

E é isso que tenho tentado fazer. Quanto mais barulho lá fora, mais eu me enrolo em mim mesma e nas pessoas que amo. Busco mais respostas internas, tento praticar mais meditação, caminhada, estar na natureza, enxergar as coisas bonitas da vida.

Bashar fala que criamos nossa realidade e que existe um Eu Superior que nos guia em todos os momentos. Se conseguirmos ouvi-lo, saberemos que caminho seguir e como passar pelos desafios. Acredito que é só isso que podemos realmente fazer.

Além de ter um pouquinho de comida em casa para a quiânçada.

Sério: a única coisa material que mudei foi ter algum dinheiro físico em casa — pouca coisa, pra um ou dois meses — e comida pelo mesmo tempo. E fiz isso porque o jeito que fazíamos já me incomodava antes: íamos ao mercado quase todos os dias e não mantínhamos nenhum estoque saudável de nada. Faltou feijão, bora no mercado. Manteiga, de novo. Às vezes até 2 vezes no mesmo dia. Nunca gostei disso então aproveitei o útil ao agradável e comecei a ter uma quantidade saudável dos itens básicos. Mas não estou estocando quilos e quilos de comida, só o básico mesmo, pra não ter que sair na loucura do mundo quando (e se) algo acontecer.

O que mais me amedronta

Vale ressaltar: o meu maior receio nessa história toda não são os ETs em si. Nesse ponto, acredito em Bashar — os que querem o contato são seres de maior frequência, maior vibração e que estão aqui pra ajudar aos seres humanos em sua jornada ao caminho da elevação.

Então, qual o problema?

A loucura do ser humano.

Imagine todo o seu sistema de crenças se dissolvendo em poeira estelar. Darwin e a evolução, religiões, sistema educacional, sistema financeiro — tudo colapsando ao mesmo tempo. O ser humano gosta de previsibilidade, e quando se sente acuado e aterrorizado, é capaz de muitas coisas ruins.

Esse é o receio.

Pra fechar

Então, é isso.

É um peso que sai de dentro de mim. Ainda me sinto numa bolha, como se estivesse olhando o mundo do futuro e de uma outra perspectiva, outra realidade. Acontece às vezes de eu realmente me deslocar para outra realidade, não sei como explicar bem. Eu olho ao meu redor, olho as pessoas falando de inflação, trânsito, empregos, religião, das coisas mais triviais possíveis, enquanto estou pensando em como tudo isso vai ruir em alguns meses. Como se eu já estivesse lá nesse futuro.

É uma sensação estranha.

Mas, parando pra pensar, talvez essa seja uma boa atitude. A vida vai continuar, e olhá-la com mais normalidade pode me dar a paz necessária pra passar por 2027.

Vou confessar: estou ansiosa, e tento não pensar muito.

Mas sinto que vai acontecer.

— M.

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